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10 Dicas para estuda.

10 Dicas que não fazem milagres, mas poderão lhe ajudar a conseguir uma vaga na faculdade.

1º Descobrindo o seu conhecimento:
Descubra o que você sabe sobre a matéria. Para isso faça lgum simulado. faça também as duas ultimas provas do vestibular que você irá prestar.

2º Selecionando o material:
Tenha conhecimento da matéria, descubra o conteúdo programático exigido no vestibular daaculdades que você irá prestar.
OBS: Não selcione mais de 10 tópicos de cada matéria.

3º Seja seletivo:
Pecorra os capítulos e vá para os pontos principais e concentre-se neles.

4º Tópicos principais:
Identifique cinco conceitos chave ou tópicos de cada matéria que serão abrangidos no teste. Quais as questões que mais "caíram" nos últimos vestibulares dessa faculdade?Estude cada tópico

5º Faça anotações:
Não faça um resumo, anote somente o que você achar fundamental. Use só palavras chave ou frases curtas.

6º Reescreva:
Em suas próprias palavras, escreva uma explicação ou definição sobre a matéria. Não use o texto ou suas anotações. Depois de terminado compare sua resposta, explicação ou definição com o texto. Para a conferência você pode utilizar suas anotações.

7º Exercite-se:
Faça os exercícios logo após estudar cada tópico. Faça o máximo de exercícios que conseguir.

8º Revisão:
Revise toda a matéria estudada refazendo os exercícios nos finais de semana. A revisão é um processo cansativo e que toma algum tempo, mas é muito eficiente e lhe ajudará a se lembrar da matéria estudada.

9º Redação:
Leia e escreva bastante. isso é um ótimo execício para melhorar na redação.

10º Refaça as provas:
Terminado seu período de estudos faça um novo simulado e refaça as últimas provas do vestibular das faculdades que você quer prestar. Sem dúvida você obterá um melhor desempenho, mas não se baseie apenas nisso. Lembre-se que você fará uma nova prova, com novas questões e quem sabe até novos tópicos.

BOA SORTE!

Qual a matéria que você mais tem dificuldade?

quinta-feira, 19 de março de 2009








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quarta-feira, 18 de março de 2009

Geografia

GERAL: Conflito no Golfo; acordos entre palestinos e israelensesMercosul; ALCA; narcotráfico na ColômbiaInserção de novos membros na União EuropéiaAção política internacional e seus reflexos na economia; GlobalizaçãoMercado externo, OMC e G22.

BRASIL: Fome zero; Tietê (projeto Pomar); taxa de lixoPopulação brasileiraUrbanizaçãoDescentralização industrial do BrasilAgricultura: espaço agrícola; clima e vegetaçãoQuadro natural: relevo, formações climatobotânicas.

Matemática

ÁLGEBRA: Equações e inequaçõesSistemas linearesPA e PG LogaritmosCombinatória e probabilidade.

GEOMETRIA: Área de figuras planasRelações métricas no triângulo retânguloSemelhança de triângulos e outras figuras planasTetraedro regular e outras pirâmides regularesPrisma, cilindro e cone.


Lei Periódica
A Tabela Periódica teve como base as propriedades observadas experimentalmente nos elementos. Elementos diferentes têm, em geral, propriedades também diferentes.
Há, no entanto, grupos de elementos que apresentam propriedades muito semelhantes; o grupo dos metais alcalinos a que pertence o sódio e o potássio, o grupo dos halogênios de que faz parte o cloro, o bromo e o iodo, etc., etc., os elementos de um mesmo destes grupos têm não só propriedades físicas muito semelhantes como comportamento químico análogo. As propriedades físicas e químicas as dos elementos mostraram ser função periódica do número atômico.
Na Tabela Periódica, os elementos encontram-se ordenados por ordem crescente dos seus números atômicos; a distribuição dos elementos na tabela faz-se ao longo de linhas horizontais, paralelas umas às outras, e de tal modo que os elementos com propriedades semelhantes ficam numa mesma coluna vertical: os metais alcalinos, lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio, aos quais correspondem os valores mínimos das energias de ionização, formam a primeira coluna da Tabela Periódica; os elementos hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio e radônio, aos quais correspondem as energias de ionização máximas e apresentam, em comum, a mesma inércia química, constituem a última coluna da Tabela.
Os elementos de uma mesma coluna da Tabela Periódica, dizem-se congêneres ou da mesma família e formam um grupo da tabela. As propriedades físicas e o comportamento químico dos elementos de um dado grupo são análogos: o que se conhecer acerca das propriedades físicas e químicas de um deles facilitará o estudo de todos os outros.
Ao longo de uma linha horizontal da Tabela Periódica, a variação das propriedades dos elementos processa-se de uma maneira regular. Os elementos que se encontram numa mesma linha horizontal constituem um período.
Na Tabela Periódica, os grupos I e II incluem os elementos de todos os períodos que se situam, respectivamente, na primeira e segunda colunas, a contar da esquerda; os grupos III, IV, V, VII, e VIII incluem os elementos de todos os períodos que formam as seis colunas da Tabela que se situam na sua parte direita.
Os elementos que ocupam a parte central do Quadro Periódico, pertencentes aos períodos largos, designam-se por elementos de transição e têm propriedades diferentes dos elementos representativos.
GRUPO I DA TABELA PERIÓDICA: OS METAIS ALCALINOS
O grupo I da Tabela Periódica é constituído por seis elementos muito semelhantes nas suas propriedades físicas e no seu comportamento químico: o lítio, o sódio, o potássio, o rubídio, o césio e o frâncio. O sódio e o potássio aparecem com abundância na natureza; o lítio, o rubídio e o césio são mais raros; o frâncio só se encontra em vestígios e todos os isótopos que se conhecem são instáveis (radioativo).
1 - Propriedades físicas.
Todos os elementos deste grupo são sólidos à temperatura ambiente, são pouco duros, excelentes condutores do calor e da eletricidade.
2 - Propriedades químicas.
Os metais alcalinos não se encontram livres na natureza devido à sua extrema reatividade. Expostos ao ar oxidam-se rapidamente; por essa razão, só as superfícies recém-formadas apresentam brilho metálico. Têm que se guardar ao abrigo do ar, em petróleo ou tolueno, por exemplo, ou numa atmosfera inerte. O comportamento químico dos elementos do grupo I é muito homogêneo. Todos eles apresentam uma primeira energia de ionização extremamente pequena, o que indica, por parte do núcleo, uma atração fraca, sobre o elétron de valência.
GRUPO II DA TABELA PERIÓDICA: OS METAIS ALCALINO-TERROSOS
O grupo II da Tabela Periódica comporta seis elementos, o berílio, o magnésio, o cálcio, o estrôncio, o bário e o rádio, muito semelhantes entre si, como acontecia com os metais alcalinos, mas em que a gradação das propriedades é muito mais acentuada, ao longo do grupo. No elemento de maior número atômico, o rádio, tal como acontecia, ainda, no grupo I, com o frâncio, todos os isótopos são instáveis (radioativos).
1 - Propriedades físicas
Todos os elementos deste grupo apresentam caráter metálico acentuado, embora menos que os do grupo I; designam-se por metais alcalino-terrosos. São moles, mas menos que os elementos do grupo I; a dureza, como nos metais alcalinos, decresce ao longo do grupo, à medida que o número atômico cresce. São sólidos à temperatura ambiente, bons condutores do calor e da eletricidade.
2 - Propriedades químicas
Os metais alcalino-terrosos, tal como os metais alcalinos, não se encontram livres na natureza. A causa disso está na grande reatividade que apresentam, inferior, contudo, à dos elementos do grupo I; reagem com numerosas substâncias, principalmente com os elementos não metálicos da parte direita da Tabela Periódica, e reagem, também, com a água; estas reações diferem, das dos metais alcalinos, no vigor com que se processam. A família dos metais alcalino-terrosos é uma família de comportamento químico homogêneo.
GRUPO VII DA TABELA PERIÓDICA: OS HALOGÊNIOS
Este grupo inclui cinco elementos, o flúor, o cloro, o bromo, o iodo e o ástato, dos quais os mais abundantes são o flúor e o cloro. O ástato não aparece na natureza e todos os isótopos que se conhecem são instáveis (radioativos). Os elementos do grupo VII da Tabela Periódica são designados por halogênios, nome que significa geradores de sais; estes elementos são dotados de grande reatividade química e reagem com quase todos os elementos formando haletos. Os haletos dos elementos metálicos são iônicos; é a partir destes sais que normalmente se obtêm os halogênios, pois não existem livres na Natureza.
1 - Propriedades físicas
No estado elementar os halogênios existem sob a forma de moléculas diatômicas que apresentam grande estabilidade; sob este aspecto, são semelhantes aos átomos dos gases inertes e aos íons dos metais alcalinos e alcalino-terrosos. O estado físico dos halogênios varia gradualmente ao longo do grupo: o primeiro elemento, o flúor, é um gás à temperatura ambiente e é difícil de liquefazer; o segundo elemento, o cloro, é ainda gasoso à temperatura ambiente mas é substancialmente mais fácil de liquefazer; o terceiro elemento, o bromo, é líquido e o quarto, o iodo, é sólido. Todos estes elementos são muito tóxicos produzindo queimaduras difíceis de curar.
2 - Propriedades químicas
Os halogênios são muito reativos; o seu comportamento químico está de acordo com as energias de ionização e afinidades eletrônicas elevadas que os átomos apresentam. Devido à sua grande reatividade, estes elementos não se encontram livres na Natureza. Formam compostos binários praticamente com quase todos os elementos e a reação processa-se, muitas vezes, de maneira espontânea, à temperatura ambiente.
O HIDROGÊNIO, UM ELEMENTO SINGULAR NA TABELA PERIÓDICA
O hidrogênio, o primeiro elemento do Quadro Periódico, apresenta uma configuração eletrônica muito especial. Por ter um único elétron na camada de valência, ela assemelha-se à configuração eletrônica dos metais alcalinos; por lhe faltar apenas um elétron para preencher completamente a camada de valência, a configuração eletrônica do hidrogênio assemelha-se à de um halogênio. A química do hidrogênio mostra que ele se assemelha, aos metais alcalinos e não aos halogênios. É por esta razão que o hidrogênio se coloca, na Tabela Periódica, no grupo I. Na realidade, ele constitui, em si só, uma família distinta e não se enquadra, verdadeiramente, em nenhum grupo da Tabela Periódica.
GRUPO VIII DA TABELA PERIÓDICA: OS GASES INERTES
Os gases inertes, o hélio, o néon, o argônio, o criptônio, o xenônio e o radônio, constituem o grupo VIII da Tabela Periódica. Existem na atmosfera, como gases não combinados; as suas moléculas, no estado elementar, são monoatômicas, isto é, os átomos encontram-se isolados, sem se ligarem uns aos outros. Tal como acontece nos grupos I, II e VII, também, neste grupo, o elemento de maior número atômico, o radônio, é instável (radioativo). Todos os compostos formados à custa de um gás nobre mostram pequena estabilidade; é, contudo suficiente para se poderem estudar as suas propriedades. Por decomposição, estes compostos põem em liberdade o gás inerte.
ELEMENTOS DO TERCEIRO PERÍODO
Os elementos que constituem um dado grupo na Tabela Periódica apresentam entre si propriedades semelhantes; faz-se, contudo, sentir certa gradação nessas propriedades, à medida que o número atômico varia. Essa gradação não é igualmente acentuada em todos os grupos: no grupo I quase se não faz sentir, como tivemos ocasião de observar; nota-se nitidamente no grupo II e é flagrante no grupo VII. Ao longo de um período, os elementos apresentam grandes diferenças entre si: os elementos da parte esquerda, elementos metálicos, são substancialmente diferentes dos elementos da parte direita, os não metais. A variação nas propriedades, desde uns até aos outros, vai-se fazendo, gradualmente, ao longo de um período.

Química -

Normalmente o que cai em química no vestibular é:
INORGÂNICA: Ligações químicas: atenção especial para as forças intermoleculares e sua influência no ponto de ebulição e solubilidadeReações inorgânicas; reações de oxidorreduçãoConceito de mol; massa molar; cálculo estequiométrico
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ORGÂNICA: Principais funções orgânicas e isomeriaReações orgânicas mais importantes (adição, substituição, desidratação de álcoois, esterificação, oxidação de álcoois, polimerização)FÍSICO-QUÍMICA: Cinética química; Equilíbrio; Eletroquímica, Soluções e Termoquímica

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Funções sintáticas do pronome

Os pronomes relativos desempenham função sintática, na oração adjetiva. Para analisá-los, o melhor procedimento é montar a oração adjetiva substituindo o pronome relativo pelo seu antecedente.
O próximo passo é verificar a função sintática que o antecedente do pronome relativo exerce na oração adjetiva.
A função sintática que ele exerce na oração adjetiva será a mesma exercida pelo pronome relativo:
a)sujeito:Fortaleza, [que é a capital do Ceará], é uma linda cidade.(que substitui Fortaleza – Fortaleza é a capital do Ceará – Fortaleza – sujeito)
b)objeto direto:Os trabalhos [que faço] me dão prazer.(que substitui os trabalhos – faço os trabalhos – os trabalhos: objeto direto)
c)objeto indireto:As pessoas [de quem gostamos] compareceram à festa.(quem substitui as pessoas – gostamos das pessoas – das pessoas: objeto indireto)
d)predicativo do sujeito:O atleta saudável, [que ele sempre foi,] hoje está fora das pistas por causa de um acidente.(que substitui o atleta saudável – ele sempre foi o atleta saudável – o atleta saudável: predicativo do sujeito)
e)predicativo do objeto:Ele não é mais o jogador ágil [que todos o julgavam até o ano passado].(que substitui o jogador ágil – todos o julgavam o jogador ágil – o jogador: objeto direto e ágil: predicativo do objeto)
f)complemento nominal: O filme [a que fizeram referência] foi premiado.(que substitui o filme – fizeram referência ao filme – ao filme: complemento nominal)
g)adjunto adnominal:O menino [cujo pai é médico] deverá seguir a carreira do pai.(cujo substitui o menino – o pai do menino é médico – do menino: adjunto adnominal)
h)agente da passiva:O jornalista [por quem fui entrevistado] deixou-me bem à vontade.(quem substitui o jornalista – fui entrevistado pelo jornalista – pelo jornalista: agente da passiva)
i)adjunto adverbial:A cidade [em que moro] é bastante tranqüila.(que substitui a cidade – moro na cidade – na cidade: adjunto adverbial)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

PORTUGUÊS (NOVAS REGRAS)

O que muda com a reforma da língua portuguesa ?

HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"

TREMA:
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados.

ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)

ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
a-b-c-d-e-f-g-h-i-j-k-l-m-n-o-p-q-r-s-t-u-v-w-x-y-z.
ACENTO CIRCUNFLEXO

Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"

ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo.
Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
GRAFIA
No português lusitano:
1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"

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